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Exportações nacionais de frutas e hortícolas crescem nove por cento

25 de Outubro de 2013 in Hortinet

O projecto Portugal Fresh nasceu em 2010 com o objectivo de promover nos mercados nacionais e internacionais a fruta, os legumes e as flores produzidas no nosso país. A aposta tem dado frutos, sobretudo no mercado externo, já que só este ano as exportações deverão ter aumentado nove por cento.

Dar dimensão e potenciar este sub-sector agrícola é uma das principais apostas do projecto. Um objectivo que surge numa altura em que «a produção nacional tem vindo a crescer e a diferenciar-se tanto a nível da diferenciação dos produtos portugueses como da sua qualidade», revela uma fonte da Portugal Fresh ao Boas Notícias.

«O sub-sector das frutas, hortícolas e flores representa um volume de negócios de 2.500 milhões de euros, tendo exportado, em 2012, 920 milhões euros. Representa 36 por cento do sector agrícola e 61 por cento do valor da produção vegetal», acrescenta a mesma fonte.

Uma vez que a crise tem prejudicado o consumo nacional, que representa cerca de 30 por cento das vendas, a exportação é vista como uma «necessidade urgente». Uma aposta que, segundo sublinha a Portugal Fresh, tem sido acertada já que este ano, segundo os dados provisórios, as exportações deverão registar um aumento de nove por cento em relação ao ano anterior.

Os próximos passos do projecto estão, exatamente, relacionados com a ideia de «consolidação de mercados onde as frutas e legumes portugueses são já reconhecidos e consumidos, alargando-os a novos países».

Neste sentido, a Portugal Fresh tem levado dezenas de produtores nacionais a eventos de referência do sector. As feiras Fruit Logistica (Berlim), Fruit Attraction (Madrid), Asia Fruit Logistica (Hong Kong) e a SIAM (Marrocos) foram apenas alguma onde os produtos nacionais marcaram presença.

Além das feiras, o projecto tem realizado missões empresariais como aquela que decorreu na Alemanha ainda este mês, entre os dias 01 a 03 de Outubro, e que contou com a participação de 11 empresas portuguesas.

Fonte: Confagri

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Centenas de horticultores da Póvoa de Varzim com produções destruídas

23 de Outubro de 2013 in Hortinet

O presidente da Associação dos Horticultores da Póvoa de Varzim (Horpozim), Carlos Alberto Lino, disse hoje à Lusa que há centenas de pequenos produtores que ficaram com as culturas destruídas na sequência do mau tempo da noite passada.

“Ainda não contabilizámos [os estragos], mas estamos a falar de centenas de produtores hortícolas que estão afectados, com tudo debaixo de água, que está completamente destruído e que não vão conseguir aproveitar a mais pequena coisa”, disse Carlos Alberto Lino, que lembrou que já este ano os horticultores da região haviam sido atingidos por outras intempéries.

O dirigente da Horpozim disse que estes acontecimentos vão repercutir-se nos mercados e apelou às autoridades para que sejam tomadas medidas no sentido de limpar o rio Alto, que atravessa muitos campos agrícolas e que está “cada vez mais sujo”, havendo até “lugares em que o leito do rio está ao nível dos campos”.

De acordo com Carlos Alberto Lino, as estufas afectadas estavam ainda cheias de produtos hortícolas como nabos, alfaces, cenouras, alhos franceses, pimentos, pepinos, tomates e feijão-verde.

A chuva intensa que caiu durante toda a noite provocou muitas inundações na via pública, em habitações e estabelecimentos comerciais por todo o     distrito do Porto, registando-se uma situação grave na Trofa, com o aluimento de várias ruas.

De acordo com fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), registou-se também muitas inundações em Lavra, com várias vias inundadas em Matosinhos e em Vila do Conde. Por todo o distrito houve ainda o registo de várias quedas de árvores.

Fonte: Agroportal

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Portugal colheu 195.000 t de pêra Rocha

16 de Outubro de 2013 in Hortinet

A colheita de pêra Rocha a nível nacional no ano de 2013 deverá ascender a 195.215 toneladas, segundo uma estimativa da Associação Nacional dos Produtores de Pêra Rocha (ANP). Isto representa um aumento na produção de 41% face a 2012 (+80.600 toneladas) e um decréscimo de 13% (-28.000 t) em relação a 2011.

A ANP estima que a produção dos seus 24 associados corresponda a 82% do total da produção nacional. Segundo os dados finais de colheita, os associados da ANP colheram 160.983 t de pêra Rocha este ano, o que significa um acréscimo de 42,35% face a 2012 (+68.160 t) e uma redução de 4% (-6.500 t).

Em 2013, relativamente aos associados da ANP, espera-se cerca de 53,25% de fruta com calibre inferior a 60 mm (36,5% em 2012) e de 46,85% de fruta com calibre superior (63,5% em 2012). Os principais calibres da campanha são 55-60 (com 32,9%), 60-65 (29,1%) e 50-55 (16,3%). Em 2012, o principal calibre foi 60-65, com 32,8%.

As previsões indicam uma colheita de 1,78 mil milhões de frutos com um peso médio de 109 g, inferior ao de anos anteriores: 125,5 g em 2012 (9 milhões de frutos) e 123,8 g em 2011 (1,8 mil milhões de frutos). Segundo a ANP, «a pêra Rocha encontra-se com todas as suas propriedades e qualidades garantidas, sendo que este ano apresenta um valor de grau Brix elevado, bem como uma concentração de carepa normal». Do total de colheita dos associados da ANP, 99.568 t foram armazenadas em atmosfera controlada e 61.415 t, em frio normal.

A colheita de 2013 começou a 26 de Agosto, o que constitui um atraso de 10 a 15 dias no início da colheita em comparação com 2012.

Fonte: Frutas & Legumes

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Falta de matéria-prima deixa indústria do tomate aquém da capacidade

1 de Outubro de 2013 in Hortinet

A falta de matéria-prima para a indústria da transformação de tomate está a condicionar as fábricas, penalizando o rendimento dos agricultores e dos industriais, lamentou o secretário-geral da associação do sector, Miguel Cambezes.

A “culpa” foi da chuva tardia deste ano, que impediu as plantações na sua época habitual (final de Março).

“Começámos com um atraso de três semanas e as temperaturas, que não foram as habituais, não ajudaram na maturação do fruto”, explicou o responsável da Associação dos Industriais de Tomate (AIT), caracterizando a campanha deste ano como “atípica e difícil”.

As fábricas ressentiram-se e estão a trabalhar abaixo da sua capacidade máxima de laboração, que seria, em condições normais, de sete dias por semana, 24 horas por dia.

Segundo Miguel Cambezes, Portugal devia estar a transformar, nesta época, entre 170 a 180 mil toneladas de tomate, mas não vai além das 115 a 120 mil toneladas por semana.

“Estamos claramente abaixo das nossas capacidades”, reforçou, estimando que o rendimento dos agricultores esteja 10% abaixo do que era expectável.

A quebra vai também reflectir-se na indústria, embora o impacto dependa da duração da campanha.

“Nós desejamos que [a campanha] se prolongue até 10 de Outubro, caso o tempo e a maturação do fruto o permitam”, sublinhou o secretário-geral da AIT, admitindo que as fábricas fiquem nesta campanha entre 10 a 15% aquém do seu plano de trabalho.

Miguel Cambezes acredita, no entanto, que esta redução não irá causar “uma mossa significativa” na imagem de credibilidade externa da indústria nacional de tomate transformado, que exporta 95% da sua produção.

“Claro que ficar abaixo do que se contratou não é agradável, mas (…) as condições climatéricas são comuns em toda a Europa, com excepção da Grécia e os nossos compradores estão cientes desta realidade”, justificou.

Portugal é o segundo maior exportador de tomate transformado, a seguir a Itália, processando anualmente 1.290.000 toneladas que representam um volume de negócios de 265 milhões de euros.

A Europa é o principal destino da produção nacional, seguindo-se o Japão, que representa 10% do total exportado.

Fonte: Agroportal

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Academia Compal 2012-2013 atribui bolsas de instalação

18 de Julho de 2013 in Hortinet

Já foram anunciados os três vencedores das bolsas de instalação atribuídas no âmbito da Academia 2012-2013 do Centro de Frutologia da Compal, no valor de 20 000 euros.

Alexandre Pacheco (6 hectares de ameixa em Alegrete, Portalegre), Sandra Fabrício (pêssego e ameixa em duas propriedades, de 6,4 hectares e 52 hectares, em Idanha-a-Nova) e Joana Rossa (ameixa, marmelo e romã, em 18 hectares no Ladoeiro, Idanha-a-Nova) foram os três premiados.

A Compal poderá ainda adquirir o excedente da fruta produzida e apoiar a identificação de outros canais de escoamento de produção. A Academia é uma iniciativa de formação (teórica e prática), apoio e contacto com produtores, técnicos e empresários na área da fruticultura. É destinada a jovens empreendedores agrícolas que pretendam instalar-se ou aumentar ou reconverter a sua exploração agrícola.

Fonte: Vida Rural

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O boom da framboesa algarvia na Europa

2 de Julho de 2013 in Hortinet

Trata-se de uma breve sinopse da organização de produtores Madre Fruta e do Grupo Hubel, sua participada.

O caso já vai sendo conhecido, mas nunca é demais deixar alguns números de uma das empresas de produção agrícola nacionais com maior sucesso:

- 40 milhões de euros de framboesa produzidos por ano;

- 630 toneladas de produção de framboesa por campanha;

- 40 hectares instalados de cultivo daquela cultura (65 hectares previstos para 2014);

- 90% de produção para exportação;

- Principais mercados: Bélgica, Suécia, Noruega, Holanda, Finlândia e Luxemburgo.

Artigo para ler na Gazeta da Europa, aqui (página 34)

Também a revista Agrotec publicou no seu n.º3 uma entrevista ao engenheiro Humberto Teixeira. Pode relê-la aqui (página 6).

Fonte: Agrotec

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72% dos portugueses ponderam comprar diretamente aos produtores nos próximos anos

2 de Julho de 2013 in Hortinet

Apenas 28% dos consumidores portugueses não manifestam intenções de abordar diretamente os produtores, para adquirir determinados produtos, sem passar pela distribuição. Esta é uma das principais conclusões de um estudo do Observador Cetelem sobre o futuro do consumo na Europa.

Segundo este mesmo estudo, apesar da maioria dos consumidores portugueses estarem interessados no contacto direto com o produtor, pouco mais de metade (58%) pensam em privilegiar os comércios independentes, as pequenas lojas de bairro, os artesãos ou os feirantes. Uma intenção que acompanha a tendência europeia: 60% dos europeus afirmam estarem prontos para privilegiar o comércio de proximidade, ainda que esta apareça mais vincada nos países da Europa de Leste (Hungria: 72%; Roménia: 68%; Eslovénia: 66%).

O estudo do Observador Cetelem alerta ainda para o facto de que estes números não significam o fim das grandes superfícies, mas assiste-se a uma clara tomada de consciência dos consumidores sobre o seu papel a desempenhar na distribuição. Atualmente, 55% dos Europeus já compraram uma vez a um produtor e estima-se que serão perto de oito consumidores em cada 10 a fazê-lo, nos próximos anos.

“A intenção existe e é uma tendência que deverá aumentar nos próximos anos. Resta saber com que frequência, os consumidores europeus vão privilegiar comprar aos seus pequenos produtores, em vez de passar pelos distribuidores. Longe da ideia de anunciar o encerramento dos distribuidores: os europeus estão ainda ligados a estes, sobretudo na Europa Ocidental, mas as consciências evoluem, e os consumidores escolhem cada vez mais outros circuitos”, afirma Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem em Portugal.

Fonte: Vida Rural

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Sector do tomate em risco de perder mais de 80% dos apoios

24 de Junho de 2013 in Hortinet

A Associação dos Industriais de Tomate alertou ontem que a fileira do tomate corre o risco de perder 86% dos fundos comunitários, o que vai fazer com que Portugal deixe de ser um dos maiores exportadores do mundo.

“Cultivar um hectare de tomate tem um custo médio de 5 a 6 mil euros, o que a torna numa das produções mais caras da nossa agricultura. A concretizar-se o pior cenário no Conselho de Ministros da Agricultura de 24 e 25 de Junho, os apoios comunitários serão drasticamente reduzidos (menos 86%)”, sublinhou, em comunicado, a Associação dos Industriais de Tomate.

Esta estrutura alertou que, nesse caso, muitos produtores vão abandonar esta cultura em favor de outras mais baratas e com mais apoios comunitários.

Uma eventual redução dos fundos da União Europeia significa, segundo a mesma fonte, que fica em causa um sector que exporta 85% da produção e em que Portugal “é o 4.º maior exportador mundial e o segundo país do mundo com melhor rendimento agrícola”, num volume de negócios superior a 280 milhões de euros.

Por esse motivo, o secretário-geral da Associação dos Industriais de Tomate, Miguel Cambezes, apela a “uma defesa intransigente do sector” pelo Governo no Conselho de Ministros europeu de segunda e terça-feira.

Fonte: Agroportal

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Agricultura. Exportações só cobrem 48,4% das importações

14 de Junho de 2013 in Hortinet

Cavaco Silva demorou a perceber a importância do sector primário na riqueza do país, que apresenta um défice de 1,3 mil milhões de euros
Olhem para o que eu digo e não para o que eu fiz. O Presidente da República aproveitou o 10 de Junho para apontar alguns desígnios para o país pós-troika, elegendo a agricultura e o mar como dois dos sectores que mais podem contribuir para a saída da crise. “O mar, desde logo”, e a agricultura, “que alguns sustentam ter sido destruída depois da adesão de Portugal às Comunidades”, durante a governação cavaquista, mas que agora “constitui um domínio crucial para a sustentabilidade da soberania económica, para o desenvolvimento harmonioso do território e para a qualidade de vida das populações”. Cavaco olhou também para o último boletim estatístico do INE sobre o sector para salientar ainda que “hoje temos um nível elevado de auto-suficiência alimentar, situado nos 81 por cento”.
Cavaco 2012 O discurso foi radicalmente diferente daquele que fez em 2012, no qual reconheceu que “é necessário olhar para o que esquecemos nas últimas décadas e ultrapassar os estigmas que nos afastaram do mar, da agricultura e até da indústria, com vista a produzirmos, em maior gama e quantidade, produtos e serviços que possam ser dirigidos aos mercados externos”.
Cavaco 2011 Nesse ano, o antigo primeiro-ministro, igualmente no discurso do 10 de Junho, todo ele marcado por um tom de que os portugueses devem ser realistas, o presidente foi ainda mais longe, referindo que “há que dar uma especial atenção ao mundo rural. Ninguém pense que Portugal pode ser um país auto- -suficiente do ponto de vista agro-alimentar. Aliás, nunca o foi ao longo da sua história”. Ainda nesse ano, o cenário de Cavaco para o sector era negro. Num artigo de opinião publicado no “Expresso” a 10 de Junho, refere que apesar de todos os partidos políticos referirem como objectivo a agricultura nos seus programas, “os resultados, completamente contrários aos objectivos, estão à vista. Os jovens agricultores com menos de 35 anos representam apenas 2% e com menos de 45 anos apenas 10% do número total de agricultores portugueses. Além disso, estes valores têm-se vindo a agravar de ano para ano. Entre 1999 e 2009 (entre os dois últimos recenseamentos) a redução dos jovens até 35 anos foi de 60% e entre 35 e 45 anos foi de 51%. Alguma coisa estará, portanto, a impedir o sucesso das políticas públicas nesta matéria e a merecer uma atenção aprofundada, de modo que possamos rapidamente inverter a tendência e melhorar a situação”.
Os 81% de auto-suficiência Contradições à parte, no discurso de segunda-feira, Cavaco omitiu uma parte da realidade. A importância dada aos 81% de auto -suficiência alimentar sobrepôs-se ao facto de o saldo da balança comercial dos produtos agrícolas ter apresentado um défice de 1,3 mil milhões de euros e uma taxa de cobertura de apenas 48,4% entre 2006 e 2011. E que se mantém uma elevada dependência externa em cereais e oleaginosas, representando as importações destas commodities 42,4% do valor global das importações de bens agrícolas. Em simultâneo, a dependência externa destes produtos tem-se agravado, com as importações a aumentarem em média 10,3% ao ano para os cereais e 12% para as oleaginosas.
Importam-se mais animais vivos Nesses cinco anos registaram-se também aumentos, ainda que menos acentuados, nas importações de animais vivos (4,9% ao ano, em média) e de batata (1,7% ao ano, em média), sendo os frutos frescos e o azeite a nota positiva do lado das importações, com as transacções a diminuírem de 2006 para 2011.
Neste período, ainda segundo o boletim do INE, observaram-se crescimentos médios anuais em ambos os fluxos do comércio internacional (6,3% para as importações e 7,7% para as exportações), particularmente significativos no mercado extra-UE.
No entanto, apesar de o ritmo de crescimento das exportações ter sido superior ao das importações, o saldo da balança comercial dos produtos agrícolas agravou-se nesse período devido à diferença de nível absoluto entre os dois fluxos.
Fonte: ionline
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Preços pagos à produção são ‘injustos e desiguais’

29 de Maio de 2013 in Hortinet

Os preços pagos à produção são “injustos e desiguais” e este facto pode comprometer o desenvolvimento da fruticultura nacional. A afirmação é de Jorge Soares, produtor e presidente da Associação Portuguesa de Produtores de Maçã de Alcobaça, que refere mesmo que as cotações nacionais são as mais baixas na média europeia.

Este responsável abriu o debate sobre a adaptação da produção nacional aos novos desafios do mercado no âmbito do I Congresso Internacional de Frutas, Legumes e Flores, promovido pela Portugal Fresh.

Jorge Soares alertou que “só com um preço justo conseguiremos desenvolver a economia com criação de valor” e revelou que a sensibilização do consumidor, regulação do mercado, valorização justa e criação de valor são os quatros grandes desafios a superar no futuro próximo.

Armando Torres Paulo, presidente da Associação Nacional dos Produtores de Pera Rocha também reiterou a necessidade de praticar “um preço justo” e referiu que as organizações de produtores são uma peça fundamental para defender os fruticultores. Torres Paulo insistiu ainda na ideia de que o Estado só deve entregar apoios “apenas a quem tenha capacidade de os multiplicar”, defendendo assim a concentração de produção e ganhos de escala.

Veja a reportagem completa na edição de junho da VIDA RURAL.

Fonte: Vida Rural