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R. A. Madeira – Empresa J. Nelson Abreu, SA investe nas Frutas e Legumes

5 de Maio de 2014 in Hortinet

A empresa Madeirense J. Nelson Abreu, SA, PME Excelência em 2013, inicia este mês de Maio uma operação de importação e distribuição no mercado regional da Madeira de frutas e legumes. Num espaço recentemente adquirido em S. Martinho, junto ao Mercado Abastecedor do Funchal, e num investimento que ronda 1,5 milhões de euros, a JNA vai juntar ao seu já vasto leque de produtos distribuídos (cerca de 12.000 referências ), as frutas e legumes.

Principalmente a pensar no desenvolvimento rural regional a J. Nelson Abreu, investe neste novo projecto com os olhos postos nos pequenos produtores agrícolas regionais e na sua capacidade de produção com vista ao Abastecimento do alargado leque de clientes já servidos pela Empresa.

“Contamos com o trabalho dos pequenos agricultores e com a sua capacidade de adaptação às necessidades dos nossos clientes para podermos ser mais um canal de escoamento dos seus produtos e com isso contribuir para o desenvolvimento da agricultura da Madeira”. Estas palavras do Administrador Nelson Abreu, espelham as reais espectativas da Empresa neste novo ramo da sua actividade.

Como complemento aos produtos adquiridos localmente a Empresa tem desenvolvido contactos fora da Região, principalmente em Portugal continental, e em Espanha, no sentido de disponibilizar todo um vasto leque de produtos que satisfaçam, em qualidade e preço, as necessidades do mercado regional, nomeadamente do canal horeca, que é actualmente o seu mercado principal.

A exportação é outro dos grandes objectivos desta nova actividade no Grupo J. Nelson Abreu. Atentos há crescente procura de produtos da Madeira no continente, este é um caminho a explorar juntamento com os vários parceiros de negócios na Madeira e fora da Região.

O espaço recentemente inaugurado abrange uma área coberta de cerca de 2.000 m2 e capacidade de armazenamento em ambiente climatizado para mais de 300 paletes. O mesmo espaço, e em zona não climatizada a Empresa vai disponibilizar aos seus clientes um vasto leque de outros produtos complementares às frutas e legumes, como é o caso dos frutos secos e cristalizados, leguminosas secas, especiarias, entre outros. A J. Nelson Abreu é uma PME Excelência a operar à mais de 40 anos no mercado Regional da Madeira e Porto Santo, onde também tem um armazém, e é gerida pela família Nelson Abreu, encabeçada pelos seus fundadores José Nelson Abreu e Maria José Abreu e pelos três filhos, Ramiro, Tiago e Rafael Abreu.

Fonte: Agronotícias

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Produtores de cereja do Fundão temem efeitos da chuva na produção

4 de Abril de 2014 in Hortinet

Os produtores de cereja do Fundão disseram hoje recear que a chuva das últimas semanas prejudique a produção daquele fruto este ano.

Em declarações à agência Lusa, alguns produtores explicaram que a chuva intensa, numa fase em que a floração das árvores já tinha começado, pode provocar doenças e comprometer o desenvolvimento do fruto.

O problema é que esta humidade pode fazer apodrecer as flores e assim, obviamente, não há condições para a polinização e muito menos para o ‘vingamento’”, detalhou Alberto Mendes, produtor de cereja que tem cerca de 16 hectares.

Alberto Mendes recordou que as «árvores estão ensopadas em água» e sublinhou que, «nesta altura», isso «não é bom» para nenhuma cultura. Em anos “normais”, este produtor chega a colher mais de 100 toneladas de cereja, mas, para este ano, ainda não se atreve a avançar com prognósticos porque, se há duas semanas acreditava que ia ser um «ano excelente», agora já está mais céptico e assume que tudo «depende dos próximos dias».

«Tínhamos as cerejeiras mesmo bonitas e como poucas vezes me recordo de as ver. Mas, nesta vida, já sabemos que é assim, umas vezes é o sol em excesso que as amadurece demais, outras o frio e a chuva, que implicam quebras. Vamos ver como vai ser», desabafou.

Uma opinião que é partilhada por Almério Oliveira, que tem cerca de 37 hectares de cerejeiras e uma produção que pode ultrapassar as 300 toneladas, isto se entretanto as condições climatéricas melhorarem. «Se isto parar nos próximos dias, pode não ser muito grave, mas se continuar assim mais oito dias então a situação complica-se mesmo a sério», referiu.

Os produtores preferem não quantificar eventuais perdas, por enquanto, porque acreditam que a chuva irá parar e têm esperança de que «pelo menos» as variedades mais tardias venham a vingar normalmente.

Pedro Catalão, coordenador da Cerfundão, empresa de embalamento e comercialização de cerejas da Cova da Beira, para a qual alguns produtores encaminham parte da produção, também considera que não se deve criar «alarmismos prematuros». «Os produtores têm-nos dito que a situação é preocupante. Contudo, não podemos criar alarmismos prematuros», ressalvou.

A região da Cova da Beira é uma das principais áreas de produção nacional de cereja, fruto que contribui fortemente para dinamizar a economia local. O Fundão, concelho no qual se encontra a maior área de cerejais, tem realizado uma forte aposta na divulgação e promoção da “Cereja do Fundão” enquanto marca, o que contribuiu para a afirmação do fruto no mercado nacional e internacional, e para que, nos últimos anos, tenham surgido vários subprodutos, como os licores ou o Pastel de Cereja do Fundão, inicialmente designado como pastel de nata de cereja.

Fonte: Agroportal

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Produção de laranja do Algarve com quebras entre 10 a 20%

11 de Março de 2014 in Hortinet

A produção de laranja do Algarve registou uma quebra entre os 10% e os 20% na campanha deste inverno em relação a 2013, sofrendo também uma redução na qualidade por causa da humidade excessiva, segundo os produtores.

“Tivemos menos quantidade do que em 2013 e menor qualidade”, declarou à agência Lusa Horácio Ferreira, um dos responsáveis da Cooperativa Agrícola de Citricultores do Algarve (Cacial).

Segundo Horácio Ferreira, neste inverno houve “muita humidade no ar” o que veio contribuir para uma menor “resistência da laranja” e provocar quebras de produção na ordem dos 20%.

Em declarações à Lusa, o agricultor e produtor Fernando Cristina, da Cooprobol (Cooperativa de Produtos Agrícolas de Boliqueime, mas que abrange também as áreas de Albufeira, Lagoa, e Silves) explicou que a humidade no Algarve foi constante dando origem a um fungo.

“O fungo ataca de duas maneiras: junto da epiderme [da laranja] e fazer uma mancha e entrar a podridão ou então acumula-se o fungo no pé da laranja [pedúnculo] e cai”, contou Fernando Cristina, referindo que este inverno pior que a podridão foi a “queda da laranja”, provocando uma quebra na produção na “ordem dos 15% a 20%”.

Pedro Madeira, presidente da Frusoal, sociedade com 23 anos de existência no Algarve e que congrega cerca de 50 produtores de citrinos, confirmou a quebra na produção na ordem dos 10% e argumentou que a principal culpada foi a humidade.

“Não foi a chuva a culpada, tivemos foi muita humidade que manteve os pomares molhados tempo demasiado e que não permitiu tratar a fruta contra determinadas doenças”, explicou, adiantando que “houve muita fruta que caiu” no chão, o que levou à diminuição da qualidade em termos de resistência do fruto ao transporte até ao ponto de venda.

A quebra na produção na campanha de inverno, que está a terminar este mês “vai estender-se à campanha da primavera”, admitiu aquele produtor, referindo que o mesmo período de humidade excessiva afectou a variedade da laranja da primavera em termos de queda de fruta.

Na campanha de inverno, a laranja do Algarve é exportada em cerca de 50% para outros países europeus, designadamente para França, Suíça, Alemanha ou Polónia.

A laranja do Algarve havia registado, na campanha de verão de 2013, uma quebra global de produção entre 60% a 70% em relação a 2012, provocada pela onda de calor que houve na época da floração e que impediu a floração da laranja que seria para produzir este ano.

O Algarve produz em média entre 250 a 300 mil toneladas de laranja por ano.

Fonte: Agroportal

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Produtores do Ribatejo e Oeste intensificam expansão a sul

19 de Fevereiro de 2014 in Hortinet

Os produtores de hortofrutícolas do Oeste e Ribatejo estão a aumentar o ritmo de expansão para o sul do país, uma tendência que deverá continuar a médio prazo. A escolha recai, principalmente, no Alentejo, devido à disponibilidade de água, mas também às áreas maiores e ao bom clima, que permite precocidade e menos doenças e infestantes. Mas nem tudo são ‘rosas’: falta mais organização da produção e investigação, enquanto a rigidez do mercado fundiário e o tarifário da água criam entraves.

A produção nacional de frutas e hortícolas está em crescimento, com a exportação a representar uma fatia cada vez maior nas explorações. Assim, muitos produtores procuram aumentar as suas áreas de cultivo, mas nas principais regiões produtoras – Oeste e Ribatejo – a disponibilidade e qualidade dos terrenos é cada vez menor. As grandes extensões do Alentejo, mais ainda desde que a existência de água deixou de ser problema, tornaram-se cada vez mais apetecíveis.

A Abrunhoeste e a Granfer, duas Organizações de Produtores (OPs) da região Oeste, são das mais recentes a apostar em projetos de produção a sul. Mas falámos também com a Hortomelão, OP do Ribatejo, que há muito fez esta opção, e referimos ainda a cooperativa Agromais, também do Ribatejo. Há ainda o caso da Valinveste, que para além da sua ‘zona natal’ – o Ribatejo –, há muito produz milho no Alentejo, tendo aumentado essa produção pós-Alqueva.

Conheça os prós e contras dos planos de expansão destas empresas na edição de fevereiro da revista VIDA RURAL.

Fonte: Vida Rural

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ProDuva mostra primeiros resultados

12 de Fevereiro de 2014 in Hortinet

No âmbito da medida 4.1 do Proder, “Cooperação para a Inovação”, uma equipa de técnicos está a desenvolver o projecto ProdUva – Efeito do sombreamento no vingamento e qualidade final em uva de mesa sem grainha.

O projecto ProdUva visa desenvolver uma prática optimizada para obter uva de mesa sem semente que possa ser directamente transferida para os produtores e está a ser executado por uma equipa de técnicos do Instituto Superior de Agronomia (ISA), Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) e Herdade Vale da Rosa. Os técnicos Sara Domingos, Luís Goulão e Joaquim Praxedes apresentaram o projecto numa sessão organizada pelo Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional (COTHN), no Auditório da Biblioteca Municipal de Alenquer, a 16 de Janeiro.

Embora haja poucos produtores nacionais no mercado específico de uva de mesa apirénica (sem sementes), este grupo de trabalho entendeu ser uma actividade com elevado potencial de desenvolvimento. Assim, «quisemos iniciar um processo de investigação, de experimentação, de desenvolvimento e de transferências de novas tecnologias, para aumentar o interesse e a competitividade da fileira da uva de mesa sem semente no nosso país», explicou Luís Goulão, do IICT.

A monda dos bagos permite maximizar a produção para o mercado em fresco, reduzindo a incidência de doenças, aumentando o calibre do bago e melhorando também a sua composição (açúcar e acumulação de pigmentos). O projecto que decorre há dois anos visa perceber o efeito do ensombramento no vingamento e na qualidade final da uva de mesa sem sementes. Em concreto, pretendeu mostrar que sem um processo (manual, químico ou por ensombramento) de monda de flores e bagos, não é possível produzir uva sem grainha.

A técnica de monda de bagos por ensombramento consiste na cobertura das videiras com uma rede capaz de interceptar parte ou toda a radiação, durante um período específico. Foram também estudados dois momentos de colocação da sombra, a 50 e a 100% de floração (plena floração). Os resultados são explicados principalmente através do défice de carbono nas plantas ensombradas, devido à redução da produção de fotoassimilados, que favorece a queda dos frutos.

Cada vez mais os consumidores exigem qualidade, um produto diferenciado e estão dispostos a pagar por ele. Muitas vezes, a produção nacional não corresponde às exigências do consumidor. Assim, este projecto visa adaptar a oferta a um perfil de consumidor mais exigente e que procura um produto com boa apresentação, com qualidade – no caso da uva, «o facto de não ter grainha é uma característica de qualidade muito apreciada e muito requisitada», afirmou Luís Goulão.

Os ensaios para o ProdUva decorreram na Herdade Vale da Rosa, em Ferreira do Alentejo, e incidiram em três tipos de cultivares de uva de mesa apirénica: Sugraone, Thompson Seedless e Crimson Seedless. O estudo provou que essas variedades tiveram diferentes respostas à redução da radiação luminosa. A Thompson Seedless mostrou ser muito sensível à redução da radiação incidente, com uma redução no vingamento dos bagos em todos os tratamentos com sombra e um aumento significativo da qualidade à colheita (cachos menos compactos e bagos com maior calibre, maior teor de polifenois e mais firmes). Nas cultivares Sugraone e Crimson Seedless a maioria dos tratamentos com sombra reduziu o peso e os diâmetros dos bagos.

Em 2014, o último ano do ProdUva, deverá ser feita a análise da viabilidade económica desta técnica (tendo em conta o preço da rede de sombra e o custo em mão-de-obra da sua colocação e remoção) e a comparação destes custos com os da técnica actualmente disponível – a monda manual de bagos. Segundo Joaquim Praxedes, técnico na Herdade Vale da Rosa, «actualmente, os custo da mão-de-obra são muito elevados: representam cerca de 60% dos nossos custos, dos quais 25% são relativos à monda manual de bagos».

Fonte: Frutas e Legumes

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A alteração climática pode aumentar a produtividade no cultivo de batatas

5 de Fevereiro de 2014 in Hortinet

Um estudo levado a cabo por cientistas do Serviço de Investigação Agrária da União Europeia (ARS), sugere que as plantas de batatas poderão gerar mais produtividade perante a alteração climática. Os investigadores mediram a resposta das plantas de batata a níveis elevados de dióxido de carbono atmosférico e a padrões cada vez mais variáveis de precipitação, como resultado das alterações climáticas.

Os cientistas realizaram dois estudos em câmaras de crescimento ao ar livre, para avaliar os efeitos dos ciclos de seca a curto-prazo nos níveis atuais de dióxido de carbono e em níveis elevados. Estes foram realizados utilizando câmaras que projetam um controlo preciso dos níveis de dióxido de carbono, a temperatura do ar, a rega e a humidade. As câmaras tinham sensores que mediram a temperatura do ar, do solo e das plantas, a humidade relativa e a radiação solar na parte superior e inferior das plantas.

A quantidade de radiação solar no primeiro estudo foi quase duas vezes a quantidade do segundo estudo. Os diferentes períodos dos estudos permitiram aos cientistas poder avaliar o impacto nas plantas como resultado das variações dos períodos de seca. Em ambos os estudos, os investigadores aplicaram ciclos de 11 dias de seca antes da formação dos tubérculos e aproximadamente 10 dias depois do começo da formação dos tubérculos.

Os cientistas observaram diferenças significativas na resposta das plantas e atribuem estas diferenças à variação na radiação solar, a qual, por sua parte, afetou a eficácia de utilização de água pelas plantas e a produção de matéria seca. Se todos os outros fatores forem iguais, as plantas no primeiro estudo teriam um aumento de 200% na produção total de matéria seca, dependendo dos níveis de dióxido de carbono e a disponibilidade de água.

O grupo também notou que os ciclos de seca provocaram menores níveis de matéria seca e de superfície de folha. Os investigadores concluíram que o stress por seca antes da formação dos tubérculos provavelmente favoreceu o futuro envio do carbono, a água e os nutrientes aos tubérculos em vez dos talos e das folhas. Esta reação incrementou-se sob elevados níveis de dióxido de carbono.

Considerando a média de todos os cenários de seca experimentados, a produtividade dos tubérculos, sob elevados níveis de dióxido de carbono, superaram até 60% a produtividade de plantas que cresceram nos atuais níveis de dióxido de carbono.

Ler aqui.

Fonte: Agrotec

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Produção de banana na Madeira desce 6,5% em 2013

3 de Fevereiro de 2014 in Hortinet

A produção de banana na Madeira sofreu uma queda de 6,5% em 2013, quando comparada com o período homólogo, revelam os dados da Direcção Regional de Estatística (DRE).

 De acordo com os dados disponibilizados pela DRE, em 2013 a produção ficou-se pelas 15.403,6 toneladas, uma redução global de 1.073,8 toneladas face a 2012.

 Do total comercializado em 2013, 82,1% teve como destino a expedição, diz a DRE.

 A banana de qualidade extra representa a maior fatia de produção, com mais de nove mil toneladas produzidas, sendo a restante banana dividida entre a de primeira categoria (3,1 mil toneladas) e a de segunda (3,2 mil toneladas).

 A banana expedida para fora da região representa um mercado que ronda os 11 milhões de euros.

 A cultura da bananeira (Musa acuminata) já se realiza na Madeira desde o século XVI, pois dela existe uma referência escrita em 1552. Terá chegado à região vinda de Canárias ou Cabo Verde.

 Desde o seu aparecimento, a bananeira é uma das culturas de maior importância socioeconómica na Madeira.

 A cultura da bananeira encontra-se enraizada no modo de vida de muitos agricultores, sendo fonte de rendimento de muitas famílias, de acordo com informação da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais.

Fonte: Frutas e Legumes

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Cluster dos Pequenos Frutos já foi aprovado

3 de Janeiro de 2014 in Hortinet

A Agim – Associação para os Pequenos Frutos e Inovação Empresarial viu aprovada a candidatura submetida ao Sistema de Apoio a Ações Coletivas do programa COMPETE para a constituição do Cluster dos Pequenos Frutos em Portugal.

O investimento elegível aprovado é de cerca de 437.133, 35 euros e o cluster será promovido pela Agim e tem como copromotor o COTHN – Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional e como parceiros o INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária e a associação PortugalFoods.

O projeto agora aprovado vai estender-se até junho de 2015 e irá promover um conjunto de iniciativas a desenvolver em todo o país e no estrangeiro, repartidas por três áreas de atuação. Uma dessas áreas é a da produção, onde estão previstos o levantamento e caracterização da cultura da amora, framboesa, mirtilo e groselha, a caracterização da qualidade das cultivares para aptidão agro-indústria, o levantamento das pragas e doenças e visitas de estudo (benchmarking) aos Estados Unidos, Holanda e Itália.

A área da comercialização e agro-indústria do cluster vai, por sua vez, promover a elaboração e apresentação do plano de negócios para a agro-indústria, desenvolver um estudo de mercado mundial sobre o potencial de diferenciação e de mercado de produtos alimentares com pequenos frutos e criar e promover um centro de conhecimento e inovação em pequenos frutos, a instalar no Vougapark.

Por fim, a área da promoção do projeto prevê a criação da marca “Umbrella” para os pequenos frutos e para os seus subprodutos de origem nacional, a promoção do consumo destes frutos e a realização de workshops de culinária e palestras de nutrição.

Fonte: Vida Rural

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Avaliação de novos sistemas de produção de Pera Rocha em alta densidade com recurso à modelação e à integração de processos fisiológicos

20 de Dezembro de 2013 in Hortinet

Tese de doutoramento do Dr. Miguel Leão (2013).

No link https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/6159 poderá ter acesso à tese de Doutoramento do Dr. Miguel Leão sobre Avaliação de novos sistemas de produção de Pera Rocha em alta densidade com recurso à modelação e à integração de processos fisiológicos.

Fonte: COTHN

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Região da Guarda tem «excelentes» condições para produção de mirtilo e groselha

16 de Dezembro de 2013 in Hortinet

A zona da Guarda tem «condições excelentes» para a produção de frutos vermelhos, nomeadamente de mirtilo e de groselha, disse à agência Lusa um elemento de uma nova organização nacional de produtores de pequenos frutos.

«Estas culturas precisam de muito frio e a região da Guarda tem condições excelentes, sobretudo para o mirtilo e para a groselha», reconheceu Fernanda Machado, presidente do conselho de administração da Bfruit – Organização de Produtores de Pequenos Frutos, à margem de uma sessão de apresentação daquela entidade, realizada na sede da Associação de Agricultores para a Produção Integrada de Frutos da Montanha.

A responsável admitiu que a aposta na produção daqueles frutos vermelhos «pode ter muito sucesso» na região da Guarda devido às condições climatéricas, mas alertou para a necessidade de os produtores se organizarem e de perceberem «como se produz e o que é que o mercado quer».

«Não será difícil os produtores associarem-se», referiu, indicando que a entidade que lidera dará assistência técnica para «garantir a qualidade e a valorização» dos frutos e também assegurará a sua comercialização.

Segundo Fernanda Machado, a organização que lidera tem objectivos bem definidos garantindo a comercialização dos frutos «de todos os accionistas que são produtores». Os produtores actuais «vão comercializando com algumas entidades que já existem, mas sem regras claras», alertou a dirigente, observando que futuramente é necessário obedecer a determinadas regras para que os frutos produzidos no território nacional possam entrar «no mercado europeu».

A nova organização de produtores, que pretende ajudar e apoiar os criadores de pequenos frutos a comercializarem o seu produto com mais vantagens, também aponta que no próximo quadro comunitário «podem beneficiar de apoios» os agricultores que «estiverem integrados numa organização de produtores».

O presidente da Associação de Agricultores para a Produção Integrada de Frutos da Montanha, José Assunção, referiu à Lusa que na região da Guarda «há vários projectos aprovados» no sector da produção de frutos vermelhos, como mirtilo, framboesa, groselha e amora, daí a necessidade de os agricultores serem esclarecidos «sobre as fraquezas e as forças» para «saberem onde querem ir».

Fonte: Confagri